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  "LayerName" : "Petrografia",
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    "NOTAS" : "Os porfiroclastos estão representados principalmente por plagioclásio e exibem sombra de pressão e comumente a já citada auréola. Observa-se nestes porfiroclastos sistema de fraturamento onde percolam óxidos/hidróxidos de ferro e minerais da matriz, tais como subgrãos de quartzo, e também feldspatos recristalizados. Deformações rúptil e dúctil estão caracterizadas, respectivamente por porfiroclastos fraturados/fragmentados e por extinção ondulante, lamelas e bandas de deformação, lamelas de geminação albita dobradas e mirmequitas.\r\nO plagioclásio, caracterizado como andesina através do método estatístico de Michel Levy, ocorre em porfiroclastos de dimensões que variam de 1 até 6 mm. Esses porfiroclastos às vezes exibem intercrescimento antipertítico, apresentam geminações albita, periclina ou Carlsbad e encontram-se cominuídos, fragmentados e com lamelas encurvadas evidenciando deformação, respectivamente, rúptil e dúctil; por vezes, mostram bordas intercrescidas com granada e comumente são manteados por um agregado de granada, biotita, anfibólio e opacos.\r\nO quartzo ocorre em grãos anédricos recristalizados formando agregados; às vezes constitui porções em mosaico e em ribbons, o que carateriza uma foliação milonítica. Comumente seus grãos apresentam feições de deformação intracristalina, tais como bandas e lamelas de deformação e extinção ondulante.\r\n\tOs feldspatos alcalinos são raros e ocorrem em grãos recristalizados ou como intercrescimento com o plagioclásio formando textura antipertítica.\r\n\tO piroxênio é identificado apenas em cristais reliquiares, com pleocroísmo rosa a verde-claro, extinção reta, opticamente biaxial negativo, caracterizando hyperstênio.\r\nO anfibólio, representado pela hornblenda, é mais raro nesta rocha e exibe pleocroísmo verde-claro a verde-escuro e altera-se, em geral, para biotita.\r\n\tA biotita, de pleocroísmo marrom-avermelhado a castanho-claro, é o máfico mais abundante da rocha ocorrendo em palhetas menores do que 0,1 mm e comumente em lamelas maiores do que 1 mm  que constituem os níveis lepidoblásticos sempre dobrados. A biotita, como o quartzo, comporta-se plasticamente evidenciando deformação dúctil com lamelas em kink-band.\r\n\tA granada é comum, correspondendo a uma fase pós-magmática e ocorre em agregados de cristais minúsculos de cor rosa constituindo as auréolas dos porfiroclastos. Apresentam-se também em poiquiloblastos mais desenvolvidos, bem como contornam biotita, anfibólio e opacos formando textura coronítica.\r\nOs opacos apresentam-se simplectíticos ou em grãos anédricos podendo representar alteração da granada ou ocorrendo desopacitizado em biotita, granada ou titanita.\r\nO zircão ocorre em cristais euédricos a subédricos bipiramidais, por vezes zonados.\r\n",
    "PETROGRAFO" : "Maria Zélia Aguiar de Sousa",
    "PROJETO" : "Noroeste-Nordeste de Mato Grosso",
    "BASE_CARTOGRAFICA" : "SC.21-Y-D - Porto dos Gaúchos",
    "TIPO_SECAO" : "Delgada",
    "GRAU_INTEMPERISMO" : "Moderadamente intemperizada",
    "TAMANHO_AMOSTRA" : "10 cm",
    "COR_RX_FRESCA" : "Marrom",
    "GRANULACAO_MINIMA" : "Fanerítica grossa (5,0-30,0mm)",
    "GRANULACAO_MEDIA" : "Fanerítica grossa (5,0-30,0mm)",
    "GRANULACAO_MAXIMA" : "Fanerítica muito grossa (\u003e30,0mm)",
    "CONSISTENCIA_AMOSTRA" : "Consistente",
    "ROCHA" : "Charnoenderbito",
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    "LOCAL_LAMINA" : "SUREG-GO",
    "MINERAIS_IDENTIFICADOS" : "Quartzo(37%), Biotita(10%), Granada(6%), Feldspato(5%), Hornblenda(3%), Rutilo(\u003c1%), Titanita(\u003c1%), Opaco (Microscopia)(1%), Epidoto(\u003c1%), Zircão(\u003c1%), Sericita(\u003c1%), Hiperstênio(\u003c1%), Argilominerais(\u003c1%)",
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