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    "NOTAS" : "Biotita tonalito com textura protomilonítica, não tão bem desenvolvida como nas amostras da estação LM-26. Porfiroclastos (e megacristais) de plagioclásio medindo entre 1mm e 6mm, em parte mantendo seus contornos subédricos originais distribuem-se em uma matriz de quartzo recristalizado e minerais máficos. Os porfiroclastos (e megacristais) tendem a mostrar uma orientação preferencial de forma, sugestiva de uma foliação desenvolvida em estágio magmático. Esta foliação magmática é subparalela a uma foliação desenvolvida em estado sólido, caracterizada pela orientação preferencial dos agregados alongados de quartzo. Os mineratis máficos tendem a mostrar orientação preferencial segundo a foliação, mas esta orientação não é marcante, sendo que a disposição destes minerais é muitas vezes controlada pelos contornos dos megacristais e porfiroclastos de plagioclásio.\r\nO plagioclásio (oligoclásio cálcico) exibe maclas na lei albita e periclina ou ocorrem sem maclas. Inclui grãos de quartzo e biotita e pode mostrar caráter antipertítico, com manchas de alcali-feldspato. Vários grãos exibem fraturas, extinção ondulante moderada, maclas levemente encurvadas e maclas em cunha, deformacionais. Com certa frequência os porfiroclastos de plagioclásio estão parcialmente cominuídos para um agregados de minúsculos subgrãos e novos grãos (em torno de 0,1mm) com limites difusos + sericita + epidoto. Esta assembléia ocorre por vezes em estreitas faixas separando fragmentos. \r\nO quartzo, ocorre em agregados de grãos e subgrãos alongados contornando os porfiroclastos de feldspatos. Estão intensamente recristalizados, com subgrãos e novos grãos com limites em geral serrilhados, sugerindo atuação de recristalização por migração da fronteira entre os grãos. Subgrãos e novos grãos de tamanhos similares e limites retilíneos, sugestivos da atuação de recristalização por rotação de subgrãos também ocorrem. Os grãos maiores exibem forte extinção ondulante, e bandas de deformação.\r\nA biotita tem pleocroismo castanho (levemente esverdeado) a marrom muito escuro, e ocorre em agregados associada a epídoto, minerais opacos, titanita, muscovita e sericita. O epídoto muitas vezes não muito bem cristalizado, ocupa com certa frequência o centro dos agregados sendo sugestivo que esta assembéia máfica resulte da desestabilização (talvez ainda em ambiente magmático tardio) de um mineral cálcico primário. Zircão, zonado, e apatita são os outros minerais que ocorrem em quantidades acessórias. Sericita e clorita são os minerais de alteração.\r\nÉ sugestiva a presença de uma foliação magmática com superposição de evento deformacional em estado sólido, dúctil-rúptil sob temperaturas entre 450o e 500o.\r\n",
    "PETROGRAFO" : "Ana Maria Dreher",
    "PROJETO" : "Amajari - Geologia e recursos minerais da folha Vila de Tepequém",
    "BASE_CARTOGRAFICA" : "NA.20-X-A-III - Vila de Tepequém",
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    "ROCHA" : "Monzogranito",
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    "LOCAL_LAMINA" : "SUREG-MA",
    "MINERAIS_IDENTIFICADOS" : "Plagioclásio(50%), Quartzo(31%), Biotita(12%), K-feldspato(3%), Epidoto(2%), Clorita(1%), Titanita(1%), Opaco (Microscopia)(1%), Zircão(1%), Sericita(1%), Muscovita(1%)",
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