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  "LayerName" : "Petrografia",
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    "COD_AMOSTRA" : 9684,
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    "NOTAS" : "Em seção delgada, observa-se uma rocha félsica (10% de máficos), de composição granítica e textura equigranular a suavemente porfirítica, foliada. Os félsicos perfazem 90% do volume modal da rocha e ocorrem sob forma de cristais anedrais a subedrais (basicamente apenas os plagioclásios são subedrais).\r\nOs plagioclásios dominam volumetricamente a lâmina (60%) e apresentam-se com tamanhos e formas variados, desde subedrais com tamanhos maiores, subcentimétricos a centimétricos, até anedrais com tamanhos menores, submilimétricos a milimétricos. Os plagioclásios maiores em geral mostram um núcleo alterado, no centro dos cristais, exibindo processos de saussuritização (plagioclásio passando a epidoto + calcita). Mirmequitas ocorrem nos plagioclásios menores.\r\nMicroclina ocupa apenas 5% (no máximo) do volume modal, ocorrendo na matriz, anedral. Quartzo ocupa 25% do volume modal, ocorre como cristais grandes, subcentimétricos a centimétricos, anedrais, exibindo extinção ondulante.\r\nOs máficos desenham a foliação da rocha, estando alinhados segundo uma direção preferencial (foliação principal da rocha).\r\nEstão constituídos por anfibólio (7%), titanita (2%), opacos (~1%) e em proporções subordinadas, acessórias, por apatita, zircão e alanita.\r\nEpidoto e calcita ocorrem também, como minerais secundários (derivados da alteração dos plagioclásios), em proporções irrisórias.\r\nAnfibólio é o principal mineral máfico desta rocha, ocorrendo sob forma de cristais subédricos prismáticos, orientados segundo a foliação principal, fraturados, as fraturas preenchidas por vezes por minerais secundários e por vezes por quartzo. O anfibólio exibe pleocroísmo forte, variando de verde-esmeralda a verde-oliva, possivelmente sejam hornblenda comuns (mas a melhor classificação é química, como o uso dos diagramas de leake, 1997). Dentro dos cristais de hornblenda ocorrem inclusões de apatita e zircão, e as  vezes de titanita e opacos. Alguns cristais de hornblenda ocorrem alterados para clorita.\r\nTitanita ocorre como cristais subédricos a euédricos, de tamanhos pequenos (submilimétricos), fragmentados, fraturados, associados espacialmente as hornblendas e opacos. Raros cristais são subcentimétricos. Opacos ocorrem como cristais milimétricos, euédricos a subédricos, em geral exibindo bordas corroídas.\r\nAlanita ocorre sob forma reliquiar, como cristais milimétricos com estrutura cristalina interna já completamente destruída.\r\nZircão são euédricos, inclusões nos plagioclásios e hornblendas, submilimétricos. \r\n\r\nEsta amostra VC-309 foi coletada em São Miguel (RN), e classificada em campo como um granito de granulação média, com poucos pórfiros de k-feldspato. Em lâmina não foram vistos \"pórfiros\" de feldspato, o qual ocorria na matriz da rocha, anedral, embora às vezes com tamanhos subcentimétricos a centimétricos.",
    "PETROGRAFO" : "Roberto Vieira Araújo",
    "PROJETO" : "Geologia e Recursos Minerais da Folha Sousa",
    "BASE_CARTOGRAFICA" : "SB.24-Z-A - Sousa",
    "TIPO_SECAO" : "Delgada",
    "GRAU_INTEMPERISMO" : "Não intemperizada",
    "TAMANHO_AMOSTRA" : "15 cm",
    "COR_RX_FRESCA" : "Rosa claro",
    "GRANULACAO_MINIMA" : "Fanerítica fina (\u003c1,0mm)",
    "GRANULACAO_MEDIA" : "Fanerítica fina (\u003c1,0mm)",
    "GRANULACAO_MAXIMA" : "Fanerítica fina (\u003c1,0mm)",
    "CONSISTENCIA_AMOSTRA" : "Friável",
    "ROCHA" : "Anfibólio xisto",
    "LINK" : "p_cod_amostra=9684&p_cod_rocha=260115&p_cod_afloramento=251077",
    "LOCAL_LAMINA" : "SUREG-RE",
    "MINERAIS_IDENTIFICADOS" : "Plagioclásio(60%), Quartzo(25%), Anfibólio(7%), Microclínio(5%), Titanita(2%), Opaco (Microscopia)(1%), Zircão(1%), Apatita(1%), Allanita(1%)",
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